Tudo mudou. Nada mudou. #Parte II


Tudo mudou. Nada mudou. #Parte II

Comunicação é uma palavra derivada do termo latino “communicare“, que significa “partilhar, participar algo, tornar comum“.

 

 

Nos últimos 50 anos, o mundo mudou muito, mas, principalmente, a Comunicação sofreu uma enorme transformação.

 

 

(Leia mais: Tudo mudou. Nada mudou. #Parte I)

 

 

Foi na virada do milênio, e podemos colocar o ano de 2001 como marco, que a Tecnologia da Informação doou à Internet a capacidade de mudar muita coisa.

 

 

 

 

É a Comunicação que dá ao homem a capacidade de entender e ser entendido pelo seu semelhante

 

 

 

Por meio da Comunicação, os seres humanos e os animais (por que não?) partilham diferentes informações entre si, tornando o ato de comunicar uma atividade essencial para a vida em sociedade.

 

Desde o princípio dos tempos, a Comunicação foi de importância vital, transformando-se em uma ferramenta de integração, instrução, troca mútua e desenvolvimento.

 

 

(Leia mais: Foca aqui: 35 cursos sobre Jornalismo, online e gratuitos, que você precisa conhecer!)

 

 

E, hoje, a partir da revolução tecnológica que experienciamos, é possível observar que, mesmo abrindo mão de sua faceta mais marcante, a vertente social, há uma intensa Comunicação entre homens e máquinas e, para ser mais exato, entre máquinas que criam os seus próprios códigos!

 

Ou você duvida que robôs possam se comunicar e se entender graças à inteligência artificial?

 

 

 

Explore, desenvolva e coloque a Inteligência Artificial a seu favor, mas não se deixe escravizar pelos robôs!

 

 

 

O processo de Comunicação consiste na transmissão de informação entre um emissor e um receptor, que descodifica, isto é, interpreta uma determinada mensagem.

 

No nosso dia-a-dia, somos atingidos por centenas, às vezes milhares, de mensagens oriundas de diferentes centros de difusão, tais como a comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, Marketing, Publicidade, Propaganda, Relações Públicas, Jornalismo e Telecomunicações.

 

 

(Leia mais: Aluna de Jornalismo lança livro com contos do universo dos blogs literários)

 

 

A Internet, sustentada e alavancada por todas as plataformas, aplicativos e processos propiciados pela Tecnologia de Informação, foi uma das principais responsáveis pelas mudanças que a Comunicação sofreu.

 

No entanto, é fundamental reiterar que a essência da Comunicação é a Informação, sem a qual a Comunicação não passa de uma tentativa frustrada entre pessoas, organizações e, até mesmo, países.

 

 

 

Comunicação sem informação de qualidade é ilusão!

 

 

 

Será sempre a qualidade da informação que vai determinar a eficiência da Comunicação. Dessa forma, por mais que tenhamos a sensação de que tudo mudou na Comunicação, nada mudou.

 

A alma da informação é o seu conteúdo e, enquanto o conteúdo que você insere em sua Comunicação for relevante, verdadeiro, ético, envolvente e persuasivo, a Comunicação continuará a ocupar no mundo o lugar que conquistou na mente e no coração dos homens.

 

Irreversivelmente, a Tecnologia da Informação e a sua filha querida, a Internet, vieram para ficar e estão mudando muita coisa.

 

A Comunicação ganhou velocidade, intensidade, cobertura e frequência, antes, apenas sonhadas.

 

 

(Leia mais: Empoderada! Egressa do curso de Jornalismo lança projeto para empreendedoras!)

 

 

E vale lembrar que, hoje, mais do que nunca, inúmeras métricas permitem avaliar cada impulso da Comunicação, bem como a eficácia de seu alcance e poder de engajamento.

 

Que você mude também para acompanhar a sua época, sempre buscando o melhor. Mas, que a sua essência não se altere e, principalmente, que o conteúdo que você gera se mantenha acima do bem e do mal.

 

 

 

 

 

Quer estudar com a gente?

 

MATRÍCULAS ABERTAS

 

 

 

Conheça os curso de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Marketing UNISUAM!

 

Para mais informações, ligue (21) 3882-9797

 

 

 

 

Revisão: Luana Medeiros





Marcello Silva

Por

Publicitário, carioca, 79 anos, dos quais 59, sabendo de algumas coisas que aprendeu com a profissão. Uma profissão que o ensinou que inovar é preciso. Começou a atuar em 1960 na Standard Propaganda, hoje Ogilvy. Passou por mais de 20 agências, entre elas a Artplan, Denison, a SGB, a CBBA e a Giacometti. Foi Diretor Nacional de Marketing da Ernst & Young.Foi Professor na FACHA, na Gama Filho, na ESPM e no COPPEAD. Nos últimos 4 anos tem trabalhado com agências que nasceram no mundo digital. Hoje, integra a Gerência de Comunicação e Marketing da UNISUAM.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Nenhum comentário