Sonho da casa própria pode virar realidade em 2019


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Entre os principais sonhos dos brasileiros, a compra da casa própria pode virar realidade em 2019.

 

De acordo com especialistas, o setor do mercado imobiliário inicia o ano em pleno reaquecimento devido, principalmente, à inflação que segue dentro das metas estabelecidas pelo governo, situação que não gera pressões para elevação da taxa básica de juros (Selic).

 

A melhora na economia, no entanto, possibilitará um leve aumento dos preços de imóveis. Por isso, os profissionais do ramo explicam que, para quem tem condições, o melhor momento para se conseguir uma casa ou apartamento com preço mais em conta é agora.

 

Mas, na hora de fazer a aquisição de um bem deste porte muitas vezes bate aquela insegurança, não sabemos se é o momento de fato para efetivar a compra, outras vezes não sabemos se temos o suficiente para a compra de um bom imóvel.

 

Confira algumas dicas do Prof. Anibal Figueiredo, Coordenador do curso de Ciências Contábeis UNISUAM, para realizar o sonho da compra da casa própria.

 

 

 

 

Como guardar dinheiro para comprar a casa própria?

 

Por estar associado ao esforço profissional e planejamento financeiro familiar, o sonho da casa própria representa na vida de muitas pessoas uma das suas grandes realizações e simboliza segurança para a família. Quando falamos em compra de imóvel, cujo valor normalmente corresponde a décadas de salário de um cidadão comum, a disciplina nos gastos é fundamental e deve ser exercida por um longo tempo.

 

De forma geral, o imóvel será o produto mais caro que o indivíduo adquire ao longo de toda a sua vida. É necessário reservar uma parcela significativa da remuneração mensal para a poupança, fazer uma análise dos gastos mensais e avaliar se está comprando itens por desejo ou por necessidade.

 

Trata-se de um exercício difícil de praticar, pois além de não termos o hábito de poupar recursos financeiros, por vezes nos encantamos pelo hábito do consumo. Por isso, é importante estabelecer prioridades de consumo, elaborar um planejamento familiar, pensar em uma lista de compras mensais e não adquirir itens que não estejam nela. O planejamento financeiro também tem que garantir que o comprador não corra o risco de se ver obrigado a interromper o contrato por dificuldade no pagamento, pois isso geraria uma perda irrecuperável, fazendo adiar por tempo indeterminado o sonho da casa própria.

 

 

 

Como escolher o imóvel ideal?

 

Para escolher o imóvel ideal é preciso pensar na localização, no custo do deslocamento para o trabalho, nas condições favoráveis ou desfavoráveis do entorno no momento atual e tendências para o futuro quanto à valorização ou desvalorização do imóvel.

 

Deve-se também pensar no espaço, lembrando sempre do planejamento familiar, para não precisar trocar de imóvel pelo nascimento de um filho, por exemplo. Muitas famílias também trocam de imóvel quando os filhos se casam, pois quartos vazios representam manutenção e impostos mais caros.

 

A propósito, os custos na manutenção do imóvel e o condomínio são questões a serem consideradas com cuidado no orçamento do comprador. Imóveis mais antigos ou com estruturas mais robustas e muitos empregados exigem condomínios mais caros. E, para não ter dor de cabeça, antes de comprar é necessário verificar a documentação do imóvel e pesquisar dívidas que estejam associadas a ele.

 

 

 

Como saber a hora certa de comprar?

 

A hora da compra deve levar em conta a situação financeira do comprador e o momento econômico do país. Em tempos de crise econômica, por exemplo, vivenciamos uma situação em que há pouco dinheiro em circulação e os preços dos imóveis baixam devido ao aumento do estoque desse item.

 

Por outro lado, em momentos de economia em crescimento os preços dos imóveis aumentam, mas a renda da população também aumenta. O ideal é que se tenha o capital no momento em que os preços estão baixos, nessa ocasião o comprador tem um grande poder de barganha.

 

A conjuntura econômica que estamos vivenciando atualmente é bastante favorável, pois os preços dos imóveis ainda estão abaixo dos valores observados antes da crise e os juros para a compra da casa própria não estão altos porque há interesse do governo em reaquecer o mercado imobiliário.

 

Mas, essa é uma questão particular que depende do momento de cada um e sempre tem que levar em conta a disciplina e o controle de gastos, a fim de estabelecer uma estratégia de longo prazo que ofereça segurança ao comprador para que possa curtir sem sustos a sensação boa que uma conquista como essa pode proporcionar.

 

 

 

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