Prática regular de atividade física para uma vida saudável


Prática regular de atividade física para uma vida saudável

Artigo produzido pelo Prof. Dr. Bruno Ferreira Viana – Docente e Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Reabilitação UNISUAM

 

 

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A ocorrência da queda na pessoa idosa (60 anos ou mais) é um evento devastador. Além dos problemas clínicos envolvidos diretamente, pode resultar em um alto custo social, econômico e psicológico para o próprio idoso e também para toda a sua família.

 

Considerando esse impacto social, vale ressaltar que idosos nessa condição, muitas vezes, enfrentam, concomitantemente, algumas doenças mentais que resultam em declínio cognitivo e, consequentemente, diferentes níveis de demência.

 

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Contribuímos para a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Organização das Nações Unidas por meio do desenvolvimento, aplicação e divulgação desses conhecimentos obtidos em nossas pesquisas na área de saúde e bem-estar, uma vez que a capacitação de profissionais inseridos em pesquisa científica permite uma educação de qualidade a ser revertida em prol da população.

 

Como Professor de Educação Física, desenvolvi, durante o meu Doutorado no Programa de Engenharia Biomédica, estudos utilizando técnicas de processamentos digitais de sinais com aplicações para controle motor e neuroengenharia.

 

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Atualmente, conduzo uma pesquisa envolvendo controle motor, com aplicações para as neurociências e envelhecimento, no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação da UNISUAM, na linha de pesquisa Avaliação Funcional em Reabilitação, e nossa pesquisa atual está relacionada diretamente com a ocorrência de quedas.

 

Inicialmente, podemos destacar a relação positiva entre a prática regular de atividade física com uma vida saudável e um menor risco de morte por todas as causas, especialmente nos indivíduos idosos, independente de outras modificações no estilo de vida.

 

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Entretanto, o cenário não é nem um pouco favorável. De acordo com o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), publicado em 2018, 54% dos indivíduos entre 55 a 64 anos e 70% dos indivíduos com 65 anos ou mais, não conseguem acumular o mínimo de atividade física por semana. Isso representaria não conseguir acumular, ao longo de 7 dias, entre atividades física no tempo livre, no deslocamento para o trabalho/escola e na atividade ocupacional, 150 min de atividade moderada ou 75 min de atividade vigorosa.

 

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Nesse sentido, acreditamos que a relevância da nossa pesquisa está alinhada com a Saúde do Idoso, mais especificamente com a análise dos fatores de risco e proteção associados às demências, que está como um dos eixos contemplados na Agenda de Prioridades do Ministério da Saúde.

 

Inicialmente buscamos esclarecer como se relacionam o equilíbrio do indivíduo com o seu medo de cair, histórico de quedas e nível de atividade física. Além disso, também analisaremos o desempenho cognitivo desses indivíduos, que permitirá avaliar se uma variável neuromotora, como o equilíbrio, poderia predizer o aparecimento dos primeiros sintomas associados a algumas doenças mentais.

 

 

 

 

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Revisão: Luana Medeiros





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