Maior maratona de hackers da América Latina recebe inscrições gratuitas


Maior maratona de hackers da América Latina recebe inscrições gratuitas

Segunda edição do Hacking.Rio deverá atrair cerca de 1.000 participantes. Serão 42 horas seguidas de desenvolvimento, palestras de alguns dos maiores nomes da inovação no país e no mundo e premiações de até R$ 115 mil para as equipes vencedoras

 

 

O Hacking.Rio – maior maratona de desenvolvedores da América Latina – está com inscrições abertas, e gratuitas, até 22/05, pelo site www.hackingrio.com.

 

 

Em sua 2ª edição, o hackathon reunirá 1.000 hackers e mais de 250 especialistas em Tecnologia, Design, Negócios e Cultura Digital para gerar soluções de alto impacto para problemas reais enfrentados pela sociedade.

 

 

O Hacking.Rio terá 42 horas seguidas de desenvolvimento de novas tecnologias além de conferência internacional e fórum de novos negócios, entre os dias 01 e 04/08, no Aqwa Corporate, no Porto Maravilha.

 

 

Desenvolvedores, Programadores, Designers e profissionais da área de Negócios poderão se inscrever gratuitamente na competição. Os perfis serão selecionados por um comitê e alocados nos 20 hackathons temáticos que acontecerão simultaneamente. O candidato deverá, portanto, indicar ,no ato da inscrição, a ordem de preferência da área de atuação (também chamada cluster) que deseja participar. Quanto antes fizer a inscrição, maior será a chance de conseguir o tema de sua preferência, antes que esgotem as vagas de cada cluster.

 

 

Os times vencedores de cada hackathon ganharão R$ 5.000,00 e o grande vencedor do Hacking.Rio, aquele que apresentar o projeto mais bem avaliado por uma banca de especialistas, receberá a premiação de R$ 15.000,00. Os participantes, que vêm de todas as partes do país, contarão com o suporte de mentores técnicos e especialistas do segmento.

 

 

Os temas que os grupos vão trabalhar (clusters) serão: alimentação; construção e arquitetura; desastres naturais, enchentes, desabamentos e incêndio; design; varejo, moda, cultura e economia criativa; e-commerce; educação; energia; esporte; finanças; games; realidade virtual; indústria 4.0; seguros; jurídico; longevidade; mobilidade urbana; óleo & gás; saúde; segurança e defesa; cybersecurity; sustentabilidade; transporte e turismo.

 

 

Dentro dos desafios de cada setor, deverão ser trabalhados os 17 desafios dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030.

 

 

“Na era da transformação digital, em que buscamos criar negócios exponenciais e reinventar nossas carreiras, o hackathon é uma ferramenta de aprendizado coletivo, ágil, uma experiência única para ajudarmos a inspirar a nova geração de smart people. Gente que cria, faz e inova como propósito de vida”, diz Lindália Junqueira, realizadora do Hacking.Rio e cofundadora do movimento Juntospelo.Rio.

 

 

O Hacking.Rio nasceu de discussões conduzidas no movimento sobre inovação e formas de tornar o Rio uma “cidade inteligente”. O movimento de empreendedores e líderes setoriais apaixonados pelo Rio de Janeiro se uniu para criar e potencializar soluções de problemas por meio da colaboração, da inovação e da tecnologia.

 

 

Para fornecer comodidade aos participantes, a organização do evento fornecerá alimentação, espaço para uma soneca e disponibilizará banheiros para que tomem banho. Em 2018, em sua 1ª edição, o evento já se consagrou como maior hackathon da América Latina, em números. Foram 589 hackers, 187 mentores, 41 jurados e 115 projetos desenvolvidos em 42 horas de programação. Para resistir à maratona, foram consumidas 15.760 garrafas de água, 5.600 fatias de pizza e 1.800 sanduíches, além de muito café.

 

 

 

Resultados 2018

 

A equipe vencedora da 1ª edição do evento desenvolveu um projeto de Educação: um método de avaliação do desempenho de alunos sem provas tradicionais por meio de uma tecnologia de reconhecimento facial. Jovens do Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará se conheceram no evento, formaram um grupo de 5 integrantes e desenvolveram um sistema de análise que mede o engajamento do aluno de ensino a distância pela webcam.

 

 

O projeto “FocaAí” usa os sensores da câmera do computador para medir reações e uma inteligência artificial, que analisa o percentual de engajamento do aluno, o percentual de chance de evasão e faz ainda um rankeamento entre os estudantes. Dessa forma, é possível adaptar o formato do conteúdo, mudar a abordagem ou, ainda, definir ações personalizadas por parte do professor.

 

 

Essa equipe representou o Brasil no Techcrunch Disruptive 2018, evento de tecnologia que aconteceu em São Francisco, Califórnia, e passou por uma mentoria com alunos brasileiros do MIT e de Harvard, como preparação para concorrer ao Desafio Hack Brasil, em Boston.

 

 

“Muitos dos outros 114 projetos continuaram sendo desenvolvidos. Um deles foi a criação do Museu Virtual de Esporte no Rio, que será inaugurado em 29/05/2019. Legado real, resultado do esforço coletivo!”, comemora Lindália.

 

 

 

 

O Hacking.Rio em números (2018)

 

42 horas seguidas  de duração
2.500 inscrições
589 participantes dos hackatons

500 voluntários

12 clusters

187 mentores

41 jurados

115 projetos desenvolvidos

15.769 garrafas de água

5.600 fatias de pizza

1.800 sanduíches

 

 

 

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O que é um Hacker – É o profissional que tem interesse na área de Tecnologia, Negócios ou Design e que busca realizar os seus projetos em alta performance para o bem. Diferente do cracker, que invade sistemas e tem interesses obscuros nisso.

 

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Hacking.Rio – www.hackingrio.com

Inscrições gratuitas – 15 a 22/05/2019

Data: 01 a 04/08/2019

Local: Aqwa Corporate – Porto Maravilha – Rio de Janeiro, RJ

 





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