Logística – Desafios e oportunidades do mercado


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Artigo produzido pelo Prof. Carlos Henriques Ventura do Rosário Oliveira – Coordenador dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica UNISUAM

Revisão: Luana Medeiros

 

 

A produção industrial no Brasil, de acordo com dados extraídos de um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, é 38% mais cara que em países emergentes. Esse custo torna o país pouco competitivo, o que reforça a fama de sermos apenas um país fornecedor de matérias-primas.

 

Para reverter esse quadro, a pesquisa sugere o aumento da participação da indústria na economia de 13% para 17% nos próximos 15 anos. No entanto, será necessário que o país adote um planejamento de médio a longo prazo para o setor, com prioridade no desenvolvimento da Logística.

 

Em cenário de definições políticas, é importante repensar o papel do país na economia mundial. Custos com transporte, armazenamento e distribuição afetam toda a cadeia industrial e de prestação de serviços no Brasil.

 

O país apresenta falhas graves em sua estrutura de transportes ferroviário e fluvial, peças fundamentais para um real desenvolvimento de sua rede de logística. Vencer essas barreiras será primordial para a transformação do país em uma grande potência. Esse cenário gera uma série de oportunidades, principalmente com os necessários investimentos em infraestrutura, processos de Supply Chain e em formação de novos profissionais da área.

 

 

 

Quais tecnologias e tendências pautarão o segmento logístico nos próximos 5 / 10 anos?

 

Foi com base nessa pergunta que a DHL Express, líder global em Logística, especializada em entrega internacional, serviços de courier e transporte, desenvolveu a 4ª edição do estudo Logistics Trend Radar.

 

Mais de 10 mil profissionais da área de Logística e especialistas em tecnologia participaram do levantamento, que identificou, entre outros pontos, que a inovação será mais importante do que nunca, já que a digitalização culmina na transformação da indústria.

 

Segundo Matthias Heutger, Vice-Presidente Sênior da Área Global de Inovação e Desenvolvimento Comercial na DHL, que cita dados do estudo, o futuro da Logística está pautado no cliente, na sustentabilidade, na tecnologia e nas pessoas.

 

As pessoas continuarão a ser o elemento principal na Logística, mesmo que as tendências de robótica e automação, bem como automação de softwares, redefinam a estrutura da força de trabalho na Logística no futuro.

 

Tarefas altamente repetitivas e de intensidade física serão auxiliadas pela tecnologia, permitindo que as pessoas realizem tarefas mais significativas, que exijam gerenciamento, análise e inovação. Serão necessários conceitos de trabalho digital para atrair e manter talentos da geração do milênio na área da Logística, bem como para dar suporte à força de trabalho já existente na área.

 

 

 

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