Docentes UNISUAM lançam livro sobre Distrofia Muscular de Duchenne


Docentes UNISUAM lançam livro sobre Distrofia Muscular de Duchenne

A Distrofia Muscular de Duchenne é uma doença neuromuscular genética rara, progressiva e que leva à fraqueza muscular generalizada. É uma doença que ainda não tem cura, o que leva à morte prematura dos pacientes.

Celebrado no dia 07/10, o Dia Mundial de Conscientização sobre a Distrofia Muscular de Duchenne foi também a data em que foi realizado o lançamento do livro infanto-juvenil “O gol de rodas”, que homenageia Ramon de Freitas, o primeiro jogador de futebol em cadeira de rodas da América Latina. 

O livro, escrito pela Profª Patrícia Vigário – Docente e Pesquisadora do Programas de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação e em Desenvolvimento Local da UNISUAM e por Fernanda Batista – Fisioterapeuta, traz a história real e os desafios enfrentados por Ramon, que não permitiu que a Distrofia Muscular de Duchenne fosse uma barreira para a realização do seu grande sonho: ser jogador de futebol. 

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A partir de depoimentos dados pelos pais de Ramon, Liliana e Alberto de Freitas, a obra conta como esse super atleta carioca, flamenguista e fã número 1 do Zico se tornou o primeiro jogador de futebol em cadeira de rodas da América Latina, modalidade também conhecida como Power Soccer.

O livro, ilustrado pela Profª Débora Lima – Docente do curso de Fisioterapia UNISUAM, aluna de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação e criadora do perfil do Instagram @neurostudent, que tem cerca de 120K seguidores e tem como objetivo facilitar o aprendizado dos alunos por meio de desenhos das unidades motoras e das estruturas da Neurociência, está à venda no site www.ogolderodas.com.br e a renda será revertida integralmente para o Clube Novo Ser para a compra de materiais para novos atletas.



Sobre o livro

O livro “O Gol de Rodas” conta a história real de Ramon de Freitas, o primeiro jogador de Power Soccer (futebol em cadeira de rodas motorizada) da América Latina.

Carioca, Ramon era fã de futebol e sonhava em ser um grande jogador profissional. Mas, aos 7 anos, foi diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), doença genética neuromuscular rara e incurável. 

Aos 14, após muitas recusas, foi para cadeira de rodas. Aos 20 anos, descobriu o Power Soccer. Não demorou para formar um time.

Inspiradas no time de Ramon, foram criadas 4 equipes no país (Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Curitiba), 10 na Argentina e 6 no Uruguai. Sem contar que a batalha para que o Power Soccer vire modalidade Paraolímpica nunca foi tão acirrada. 

Ramon virou o craque que sonhava: tricampeão nacional e com título internacional.

Ele faleceu em 2016, aos 25 anos, 1 ano após conquistar a Libertadores. Por sua dedicação ao esporte, no ano seguinte, o troféu do torneio internacional foi batizado com o seu nome: Ramon de Freitas, o craque da cadeira de rodas motorizada.



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Luana Medeiros

Por

Analista de Comunicação e MKT/Jornalista/Revisora - Especialista em produção de conteúdo com foco em alta performance

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