Docente do curso de Psicologia UNISUAM publica pesquisa em revista europeia


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Estudo analisa a importância da espiritualidade na adesão aos tratamentos de saúde, na satisfação com a vida e na adoção de estratégias positivas para resolução de conflitos

 

O docente do curso de Psicologia UNISUAM, Prof. Luis Felipe Fleury, juntamente com os pesquisadores

Antonio Marcos Tosoli Gomes – UERJ, Julio Cesar Cruz C. da Rocha – UCP, Nilton Soares Formiga – Universidade Potiguar, Marilei de Melo Tavares e Souza – Universidade Severino Sombra, Sérgio Corrêa Marques – UERJ e Margarida Maria Rocha Bernardes – UERJ, publicou, recentemente, na Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, o estudo intitulado “Religiosidade, estratégias de coping e satisfação com a vida: verificação de um modelo de influência em estudantes universitários”.

 

A pesquisa, que contou com a participação de 588 estudantes universitários, de 18 a 63 anos, de diferentes universidades públicas e particulares, trata-se de um esforço conjunto de pesquisadores com o intuito de compreender a importância da religiosidade e da espiritualidade na adesão aos tratamentos de saúde, na satisfação com a vida e na adoção de estratégias positivas para resolução de conflitos.

 

Em linhas gerais, o estudo demonstrou que a presença da religiosidade e da espiritualidade influencia positivamente em relação à satisfação com a vida e à adoção de estratégias mais saudáveis para resolver problemas. Dessa maneira, essas variáveis são importantes aliadas no tratamento em saúde devendo ser consideradas pelos profissionais da área.

 

“O ambiente universitário pode, muitas vezes, favorecer o desenvolvimento de problemas de saúde mental, uma vez que os universitários são submetidos a intenso nível de estresse e carga cognitiva, por isso a escolha desse público para a realização do estudo e, principalmente, por ser um contexto no qual estou inserido cotidianamente. De forma geral, esta pesquisa pretendeu verificar um modelo teórico sistêmico, o qual hipotetizava uma interdependência entre as variáveis Religiosidade, Coping e Satisfação com a vida que se comprovou. Com isso, acredita-se que os resultados observados, teoricamente, sustentam as propostas sugeridas pela psicologia positiva”, explica Luis Felipe.

 

De acordo com o docente, os resultados não são generalizáveis, entretanto, constituem evidência empírica da importância da religiosidade em termos de saúde mental.

 

“Uma limitação deste estudo é que não se pode generalizar os resultados, mas, embora estejam relacionados a esse contexto amostral, indicam importantes evidências empíricas do funcionamento da religiosidade para formação e desenvolvimento saudável do sujeito. Sugere-se, para estudos futuros, que se realize uma comparação entre universitários que relatem práticas religiosas com aqueles que não relatam a mesma vivência religiosa. Assim, será possível estudar o desempenho em variáveis relacionadas à saúde de sujeitos religiosos e não religiosos”, observa ele.

 

 

 

Confira o artigo na íntegra!

 

 

 

 

 

 

Luis Felipe Fleury

 

 

Mestre em Psicologia pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFRJ e Graduado em Psicologia pela UFRRJ.

 

Ministrou aulas de Análise Quantitativa de Dados no Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFFRJ e no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UERJ. Foi Professor Substituto no Departamento de Ciências Administrativas da UFRRJ. Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho – SBPOT. Membro do grupo de pesquisa intitulado “Transformações sociais, cultura e comportamento “, cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil do CNPq, atuando na linha de pesquisa “Trabalho e Contemporaneidade”.

 

Atua principalmente em temas relacionados à Psicometria, Psicologia Organizacional e do Trabalho, Avaliação Psicológica, Análise Quantitativa de Dados, Construção e Validação de Instrumentos Psicológicos (Análise Fatorial Exploratória e Confirmatória) e utilização dos softwares SPSS e AMOS.

 

 

 

Psicologia UNISUAM

 

O curso de Psicologia UNISUAM, nota 5 pelo MEC, conceito máximo, pratica um Ensino técnico-prático que desenvolve o posicionamento investigativo e questionador em seus alunos, tornando-se um ambiente fértil para a construção de saberes e para a absorção de experiências do cotidiano de um profissional da área.

 

Durante o curso, o aluno é estimulado a confrontar conceitos teóricos e técnicos desenvolvidos durante as aulas, de forma que o conhecimento seja construído a partir de uma vivência com o meio externo, transcendendo, assim, a sala de aula.

 

As linhas de pesquisas desenvolvidas com minorias e em grupos sensíveis da sociedade são fontes de aprimoramento de conhecimentos e desenvolvimento pessoal, bem como fontes de propostas de intervenções que melhorem as condições do sofrimento psíquico das pessoas.

 

Com grande conhecimento técnico adquirido pela atuação nos diversos programas de melhoria da saúde física e mental oferecidos a pacientes da comunidade local em que estamos situados, os Psicólogos formados pela UNISUAM ganham destaque em sua atuação profissional em diferentes âmbitos que demandem competências como análise, avaliação, investigação, prevenção e intervenção em processos psicológicos, sociais e na promoção de soluções que privilegiem a adoção de estratégias inovadoras para o enfrentamento dos conflitos humanos e sociais.

 

 

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Luana Medeiros

Por

Analista de Comunicação e MKT/Jornalista/Revisora - Especialista em produção de conteúdo com foco em alta performance

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