Depois de Daiene no Canadá, acompanhe as aventuras de Natalie e Mylena na Austrália


Depois de Daiene no Canadá, acompanhe as aventuras de Natalie e Mylena na Austrália

Após acompanhar as aventuras de Daiene Mendes, aluna do curso de Jornalismo UNISUAM, em terras canadenses, onde passou 1 mês estudando inglês por conta da bolsa concedida pelo Prêmio Augusto Motta, chegou a vez de pegarmos carona na viagem de Natalie Mota Gonzalez e Mylena Jerônimo dos Santos, também vencedoras da edição 2016 do prêmio, que passaram 3 semanas em Sydney, na Austrália, para estudar inglês na Study Choice Austrália.

Natalie, aluna do curso de Psicologia UNISUAM, relata que, devido ao nervosismo, praticamente não conseguiu dormir nas vésperas do embarque. “Ficava pensando em tudo que o poderia dar errado e, ao mesmo tempo, pensava o quanto isso parecia irreal. Ficava me perguntando: Isso realmente vai acontecer? Será que não é mais uma daquelas coisas maravilhosas que quase acontecem, mas não chegam de fato acontecer?”, revela ela.

Segundo ela, a ficha só caiu no momento em que chegou na “terra do canguru”. E a chegada foi acompanhada de fortes emoções. Ao desembarcar em Sidney, ela e Mylena passaram por um perrengue, pois toda a bagagem de Mylena tinha sido extraviada, porém o problema foi logo resolvido.

Quando chegaram na cidade, as estudantes foram informadas que sua host mother estava viajando, mas havia deixado a casa à disposição das meninas. Uma curiosidade em relação aos australianos que elas repararam ao irem ao supermercado em seu primeiro dia na cidade foi que eles costumam comprar o suficiente para um único dia e, por isso, vão ao supermercado todos os dias.

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No segundo dia, as estudantes foram em Darling Harbour, uma grande área recreativa situada nos subúrbios ocidentais do distrito comercial central de Sydney, local no qual encontraram Rodrigo Márcio, um brasileiro que mora na cidade australiana e possui uma página no Instagram, a “Fazer as malas”.

Natalie lembra que, no primeiro dia na escola, elas tiveram que gerar o código de estudante estrangeiras e, em seguida, receberam a carteirinha de estudante. Porém, as duas alunas ficaram em classes diferentes. “Eu amei a minha professora. As aulas foram muito dinâmicas e um diferencial daquele colégio é o fato das turmas serem bem pequenas, o que, na minha opinião, facilita o aprendizado”, elogia a estudante, que, em seguida, ressalta que lá eles fazem muitas brincadeiras e a professora aproveita todas as conversas para ensinar a gramática. Segundo Natalie, ao todo foram quatro aulas funcionais na escola.

Mylena, que cursa Administração, classifica a experiência na escola como incrível. “Assim que chegamos na escola, passamos por um teste de nivelamento para saber o nível do nosso inglês e a Natalie e eu nos encaixamos em um nível muito bom e fomos alocadas em turmas que já tinham conhecimento da língua”, declara a aluna, que se envaidece de ter conquistado uma vaga em uma das turmas avançadas do colégio.

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Ela relata, ainda, que o seu grupo de estudos era composto por três italianos, uma filipina e uma japonesa, a professora também é de origem nipônica. A futura Administradora lembra que uma das regras impostas pela professora na sala de aula era a de que todos os alunos não podiam utilizar outro idioma que não fosse o inglês. Além disso, a professora japonesa de Mylena passava vários exercícios de integração com a turma, além de exercícios práticos para ajudar o aprendizado dos intercambistas.

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As alunas passearam por vários pontos turísticos da cidade. Natalie destaca o famoso museu de cera Madame Tussauds, o Aquário de Sydney e o Sydney Zoo, um zoológico localizado ao lado do aquário, em que elas viram alguns bichos originários do país como o canguru, coala e ornitorrincos. Elas foram também no Sydney Tower, a estrutura mais alta do local e ficaram encantadas com a torre. “Desse prédio a gente consegue ver a cidade inteira, a vista dele é uma coisa maravilhosa!”, diz Natalie, lembrando também que na Austrália os transportes funcionam com o Opal Card, um cartão semelhante ao RioCard do Rio de Janeiro, porém em uma versão muito mais evoluída.

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